Royal Blood retorna com novo single, "Trouble's Coming"

7:47 PM

Single é o primeiro lançamento do antecipado novo álbum da banda, com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2021

Em um espaço de apenas dois álbuns, Royal Blood ascendeu para se tornar uma das maiores e mais importantes bandas de rock do mundo. A dupla de Brighton marcou dois álbuns #1 no Reino Unido - sua estreia homônima de platina dupla em 2014, e "How Did We Get So Dark?", de 2017 – durante o processo, Royal Blood vendeu 2 milhões de álbuns em todo o mundo. A aclamação da indústria chegou com o prêmio BRIT Awards de ‘Melhor Grupo Britânico’, além de mais elogios nas premiações da NME e Kerrang!, bem como uma indicação ao Prêmio Mercury. Além disso, eles causaram um grande impacto internacional, alcançando o Top 10 em mais sete territórios e chegando ao segundo lugar na parada de álbuns alternativos dos Estados Unidos. O sucesso adicional nos Estados Unidos incluiu três sucessos em número 1 nas rádios de rock e quatro sucessos no Top 20 de rádios alternative.

Tudo isso posiciona o Royal Blood para a chegada do terceiro álbum, previsto para a próxima primavera no Reino Unido, como um dos lançamentos mais essenciais de 2021. A banda agora aumenta a expectativa pelo próximo álbum com a chegada de seu primeiro single, "Trouble’s Coming", já disponível em todas as plataformas.

Se você acha que sabe o que esperar do Royal Blood, repense. O baixo pesado de granito e os ataques de bateria patenteados pela banda agora são temperados por novas influências como Daft Punk, Justice e o falecido Phillipe Zdar (DJ e produtor francês fundador do duo Cassius e produtor de nomes como Sébastien Tellier e Hot Chip). Como resultado, "Trouble’s Coming" infunde a bombástica energia uptempo do Royal Blood com batidas.

"Trouble’s Coming" concisamente mostra o que esperar do terceiro álbum do Royal Blood: uma infusão muito orgânica de pitadas de hard rock visceral com um ritmo tingido de disco que flerta com o groove. E quando a dupla começou a trabalhar no projeto, que eles próprios produziram amplamente na The Church e Sleeper Sounds, em Londres, a música provou ser o ponto de virada no processo criativo.

Foi o momento em que algo começou a clicar - onde começamos a tocar sobre aquelas batidas de dança muito mais rígidas. A descoberta foi perceber que havia um terreno comum real entre isso e o que tínhamos feito antes. É aquele aspecto AC/DC: onde a qualidade que faz os riffs parecerem tão cortantes é por causa dessa batida”, explica o vocalista e baixista Mike Kerr. “Embora superficialmente estivéssemos deixando de lado o que tínhamos feito antes, não parecia nada anormal; parecia que estávamos voltando para a música que amamos desde o início: Daft Punk, Justice, coisas que eram realmente orientadas para o groove. Era tudo sobre a batida. Parecia um território familiar, mas algo que censuramos em nós mesmos."

O baterista Ben Thatcher acrescenta: “Quando estouramos, havia apenas dois elementos na banda. Eu não tinha apenas que carregar a batida, eu tinha que colorir as mudanças. Ambos carregávamos muita carga, sonoramente. Mas este foi um desafio diferente; menos variado, talvez, mas tão satisfatório como baterista.”

A letra de "Trouble’s Coming" fala sobre olhar para dentro para reconhecer os sinais de alerta antes que uma situação se transforme em um caos. Também pode ser visto como uma alegoria da própria experiência do Royal Blood. O sucesso é mais complicado do que parece à primeira vista, e as demandas que ele traz tornam ainda mais difícil encontrar tempo para recuperar a perspectiva.

Ouça o novo single: 


Uma grande atração em shows ao vivo, a turnê completa mais recente do Royal Blood no Reino Unido e na Irlanda levou o grupo a se apresentar para 100.000 pessoas, incluindo 30.000 em três noites esgotadas no Alexandra Palace de Londres. Os principais festivais incluem Glastonbury (onde eles descobriram, no meio do set, que seu segundo álbum estreou em #1), Radio 1’s Big Weekend, Reading e Leeds. Os destaques de sua extensa turnê internacional incluem uma enorme turnê norte-americana com Queens of the Stone Age e Foo Fighters, além de shows em lugares distantes como Los Angeles, Tóquio e Sydney.

 

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